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segunda-feira, 26 de julho de 2010

ASSASSINATO DO CABO ELIEZER XAVIER - MOSSORÓ


16/09/1979 – O Cabo PM Nº 58.219 - ELIEZER XAVIER, 49 anos de idade, foi assassinado num tiroteio em que se envolveu a guarnição da Rádio Patrulha que integrava contra cinco homens que pretendiam matar o comerciante Miguel Ciriaco, Na cidade de Mossoró. O Cabo Martins e dois civis não identificados, porque estão foragidos, saíram feridos. A polícia prendeu FRANCISCO MARTINS DA SILVA e JOAQUIM MANOEL DA SILVA, acreditando-se que os outros três implicados sejam FRANCISCO LUIZ DA SILVA, VULGO chico porta larga, CICERO MANUEL DA SILVA E FRANCISCO CÍCERO DA SILVA. Eles responsabilizaram o comerciante MIGUEL CIRIACO pela morte do garoto JOSÉ HILTON equerem se vingar
Na troca de tiros, morreu o cabo ELIEZER XAVIER, que comandava a guarnição e era subdelegado do posto policial do bairro BOM JARDIM, enquanto o cabo PM Martins que fora em missão para auxiliá-lo na diligência recebeu um tiro de raspão à altura do pescoço. Dos cinco implicados no tiroteio que resultou na norte de Eliezer Xavier foram presos
Na 1ª DP foram ouvidos FRANCISCO MARTINS DA SILVA, 40 ANOS, VENDEDOR AMBULANTE, RESIDENTE NA Rua Pedro Velho, 808, e o primo, também vebdedor ambulante, Joaquim Manoel da Silva, 32 anos, comerciante, residenete na Rua Seis de Janeiro, no bairro Santo Antônio. O primeiro é proprietário do Corcel, chapa IX 3586, cor amarela, em que os cinco saíram à procura de MIGUEL CIRIACO, o alvo dos criminosos, embora a polícia tenha informações de que houvessem cercado a casa do soldado PM Dimas que esteve implicado no tiroteio em que morreu o menor JOSÉ HILTON, cuja morte os parentes queriam vingar
Informado que cinco elementos em um Corcel amarelo estavam tentando assassinar o comerciante MIGUEL CIRIACO, o Cabo Eliezer dirigiu-se ao local indicado, comandando uma guarnição da RP. No momento, ocorreu o tiroteio, tendo o policial tombado morto, enquanto, o cabo Martins era ferido levemente.
Como implicados, segundo informações da polícia, estão FRANCISCO LUIZ DA SILVA, conhecido por CHICO DA PORTA LARGA, CÍCERO MANOEL DA SILVA e FRANCISCO CICER DA SILVA, conhecido como DIDI. Os dois últimos são, respectivamente, pai e irmão de JOSÉ HILTON DA SILVA, assassinado em tiroteio na madrugada do dia 6 de julho de 1979, cuja vingança constituiu-se no pivô dos acontecimentos do dia 16 de setembro de 1979
Didi 19 de setembro de 1979 falou com exclusividade ao jornal o MOSSOROENSE, veja a matéria publicada no dia 20 de setembro de 1979.
DIDI FALA COM EXCLUSIVIDADE A O MOSSOROENSE
“VIM FAZER JUSTIÇA, MAS CABORÉ COMEÇOU O TIROTEIO
Nem fera nem santo, nem herói, nem vilão, um moço simples, humilde, de poucas ou nenhumas letras, revoltado contra a impunidade e/ou morosidade da polícia e da justiça, em apurar o assassinato de seu irmão. A história não começou agora, com o tiroteio que matou o cabo ELIEZER e deixaram feridos mais duas ou três pessoas, uma delas, o carpinteiro DIDI, em estado grave. A história começou no dia 5 para 6 de junho passado, quando o menor JOSÉ HILTON DA SILVA foi (ou teria sido) assassinado por MIGUEL CIRIACO, comerciante, dono de um bar. Inquérito policial deve ter sido aberto, MAS ATÉ HOJE NÃO ANDOU. Estaria em lugar incerto e não sabido. Não foi concluído e mandado à Promotoria Pública para denúncia. Sumiu. Ou está engavetado. Disso foi cientificado FRANCISCO CICER DA SILVA, conhecido por DIDI, de profissão carpinteiro, que morava em São Paulo. Veio para seu Estado, o Sítio Boa Água, município de ANTONIO Martins. ‘“E como ninguém fez nada contra quem matou meu irmão, a gente resolveu fazer justiça por conta própria”, diz ao repórter o carpinteiro DIDI
A GUERRA
Saíram de seu município num carro Corcel IX-3586 e vieram atrás de Miguel Ciriaco, o indigitado matador do menor HILTON. Eram cinco no carro, FRANCISCO CICERO, seu pai CICERO MANUEL DA SILVA, mais os tios e primo JOAQUIM MANUEL e Francisco, mais um não referido.
Ao chegarem ao bairro Bom Jardim, na Rua Nilo Peçanha, iniciando a caça de Ciriaco, foram surpreendidos por um comando policial, chefiado pelo cabo Martins. Detiveram o Corcel. Deram voz de prisão aos seus ocupantes. Antes. Porém, que eles saíssem do veículo, o tiroteio começou. O Cabo Zé Caboré começou tudo. A gente ia se entregar pacificamente. Mas Caboré começou atirando. Acertou meu pai acertou a mim com dois tiros. Um aqui embaixo e outro na perna esquerda. Também atirei. Dei uns dois ou três tiros, com o meu 38 que estava embaixo do banco. De certo um dos meus disparos acertou no cabo Eliezer, que morreu. Lembro que, durante aq troca de balas, o cabo MARTINS pedia que seus soldados não atirassem. Quando ouvi um soldado dizer que a sua munição tinha acabado, fugimos meu pai e eu, para o mato. E de lá só voltamos com o nosso advogado. Papai foi embora, eu vim para o hospital, Joaquim e Francisco que são inocentes, estão presos.

BRIGA DO MAXIXE - FELIPE GUERRA

03/04/1966 – O delegado de Polícia do município de Apodi, na pessoa do capitão PM Juvenal Andrelino de Souza, foi chamado para comparecer no sítio Maxixe, no município de Felipe Guerra, a fim de resolver um sério problema, tendo em vista que não havia delegado naquele município. Era uma sexta-feira santa. O Capitão Andrelino juntamente com o cabo Osvaldo Araújo Alves e os soldados Willians Felipe do Vale e Nildo de Carvalho deslocaram-se até aquela comunidade rural para atender a uma ocorrência policial, deixando no Quartel, o Soldado Sebastião Diniz de Sá, que estava escalado de CABO-DE-DIA, chegando “in-loco” os policiais militares depararam-se com várias mulheres armadas de faca-peixeira, facões cassetes, pedras e espingardas, cujas mulheres investiram contra os policiais, começando assim uma grande luta corporal e agarra-agarra, ficando várias mulheres feridas e policiais, tendo o soldado Willians sido atingido com um tiro e ficou gravemente ferido e ficando aleijado, vindo à óbito no dia 28 de dezembro de 1972, cujo óbito foi devido o tiro que sofrera na briga do maxixe. O soldado Willians era casado com Maria Leneide do Vale, natural de Caraúbas-RN. O cabo Osvaldo e o soldado Nildo de Carvalho saíram feridos.

SARGENTO ADELSON PIRES ASSASSINADO EM NATAL


17/10/1970. O sargento Adelson Pires foi assassinado em 17 de outubro de 1970, vítima de emboscada, tendo sido atingido com 10 disparos de arma de fogo, fato registrado em sua residência, em Natal. Os criminosos foram membros da família Carneiro de Caraúbas.
ADERSON x ANTONINO
Sargento Aderson em 1966 foi nomeado novo delegado de polícia de Caraúbas, que ao chegar na cidade tornou-se o melhor amigo de Antonino Benevides. Por sua vez Antinino, não fazia por menos e era Deus no céu e Aderson na terra. Aderson, mulher e filhos estavam quase na casa de Antonino e quando Antonino matava um bode ou um carneiro, uma parte era para o amigo Aderson, além do leite do consumo da família, que todo santo dia, Antonino mandava deixar na casa dele. Ma parece que algumas pessoas tinham inveja da amizade dos dois e depois de um bom tempo passaram a levar e trazer mentiras. As pessoas que não gostavam de Antonino sabiam que Aderson era um homem corajoso e que esta era a oportunidade de eliminar Antonino, jogando um contra o outro. No dizer de Deusdete Fernandes, o delegado tinha medo de Antonino e evitava que os boatos mentirosos gerassem algum tipo de conflito entre os dois. Antonino, muito corajoso e ao mesmo tempo muito teimoso, alimentava sem querer, de certa forma, o leva e traz dos fofoqueiros de plantão.
Em Caraúbas, nessa época, não havia ainda o sistema de água encanada e todo o consumo da população da cidade era do açude grande. A preocupação começava pelo meio ano e, a partir do mês de outubro quando o nível de água no açude baixava a preocupação das pessoas com a qualidade da água aumentava. Caraúbas tinha uma média de 15 ou 20 carroceiros que viviam de botar água nas casas dos que podiam pagar por esses serviços. O prefeito José Nicodemos havia determinado que a polícia fiscalizasse o açude para que não deixasse nenhum carroceiro entrasse com as carroças no açude ou ficar muito à beira. Isso por causa dos animais, os burros que puxavam as carroças normalmente, quando entravam na água, bebiam e urinavam ali mesmo. Até que um dia houve o descumprimento da ordem pelo filho mais velho de Antonino, o Ribamar, que dizia que a ordem servia para uns e outros não. Antonino jamais concordavaria com a atitude e com o mal feito do filho, mas ficou muito revoltado por não ter sido avisado pelo delegado (seu amigo) o que muita gente na cidade já sabia. Isso para ele foi uma traição do Aderson e a partir daquele momento começaram as divergências entre os dois. As pessoas que gostavam de ver o circo pegar fogo, os fofoqueiros de plantão, faziam piadas, comentários e até previsões de como terminaria o enrasco dos dois.
Antonino foi a Natal e pediu ao Monsehor Walfrefdo Gurgel para tirar o delegado Aderson de Caraúbas, mas não foi atendido o seu pedido. Ao comentar para o Governador que um dos dois morreria. O Monsenhor aconselhou que ele vendesse o revólver e comprasse um rosário. Antonino saiu mais revoltado dali e respondeu ao Monsenhor que ia comprar era mais munição para o revólver e já saiu de lá rompido com o Governador. Antonino voltou para Caraúbas enfurecido e, diante do não do Governador, só falava no ódio que sentia pela política local, e do Monsenhor que era primo de sua esposa e primo da esposa do seu irmão Raimundo Benevides. Falava que não via outra saída a não ser a de partir para o ataque. Não ouviu mais ninguém, estava do jeito que os adversários queriam. Talvez fosse a praga de Chica Cancão se repetindo pela segunda vez depois da morte de LUIZ CÂNDIDO falecido em 19 de outubro de 1962.
Eram decorridos 9h30, do dia 17 de outubro de 1967, quando irmão de Antonino, senhor Raimundo Benevides encontrava se com o sargento Aderson em frente a farmácia do senhor Hermes, tentando mais um acordo, quando Antonio Benevides foi chegando e dizendo: “Meu irmão você ainda esta falando com este cara sacana?”. O delegado disse: “Calma Antonino, eu não quero brigar com você!. Antonino puxa o revólver e dá três tiros em Aderson que, mesmo baleado, corre para dentro do mercado público, se apóia em uma pilastra e saca o revólver. Antonino ao entrar no mercado, sem ver onde o sargento estava escondido, foi atingido por um único tiro bem abaixo do olho direito e caiu morto no chão no mesmo instante. Depois disso, o sargento delegado saiu do mercado e ao ver Raimundo Benevides (irmão de Antonino), gritou: “Seu Raimundo me socorra! Me ajude! Raimundo Benevides pegou o sargento e o colocou num carro (Jeep) e pede que o levem para a Maternidade Elisa Simões. Depois Raimundo Benevides vai para o mercado a procura do irmão e o encontra morto. Já não pode fazer nada. Raimundo Carneiro, primo e cunhado de Antonino, vin há chegando de sua fazenda tirou direto para a maternidade e de arma na mão, entrou pelos corredores da maternidade procurando onde estava o sargento. As pessoas correndo, só o médico e a diretorra, Dona Nanete, ficaram e falaram para ele que o sargento já havia sido transferido para Mossoró.
O 2º sargento da Marinha Raimundo Benevides Sobrinho, conhecido popularmente por MUNDINHO, solicitou transferência do Rio de Janeiro para Natal e na cidade fez todo o levantamento da vida e dos passos do sargento Adesron Pires, que foi morto no dia 17 de outubro de 1970, com vários tiros desfechados pelos mesmbros da família: FRANCISCO CARNEIRO, MAURÍCIO CARNEIRO, por CARNEIRINHO, irmão de Maurício, no bairro do Tirol, em Natal. Maurício e Carneirinho, depois do crime, voltaram para Caraúbas, mas não deu para Mauricio morar nessa cidade porque todas as suspeitas caíram mesmo para ele. Ninguém deu importância para Carneirinho porque o mesmo era do tipo paz e amor, irmão, um cigarrinho e tudo bem. A sua participação no crime foi de acompanhar Maurício, que há cinco anos namorava sua prima Vilani, filha de Antonio. Maurício para não ser preso, fugiu para Brasília/DF e morou lá um tempo e depois foi morar no Rio de Janeiro. Em 18 de maio de 1982 participou do assalto dos 94 milhões de cruzeiros, dinheiro da emergência, tendo sido preso e conduzido para Penitenciária João Chaves, em Natal e em 26 de janeiro de 1986 numa rebelião seguida de fuga foi assassinado.

CABO QUEIROZ E SOLDADO CARLINDO MORTOS E OS CORPOS CARBONIZADOS

11/11/2004 – O cabo PM Albi Aprígio de Queiroz e o soldado PM Francisco Carlindo Dantas, natural de São José do Brejo do Cruz-PB, nascido a 1º de setembro de 1971, filho de Emiliano Batista Neto e de Margarida Dantas, havia ingressado na PM em 29 de setembro de 1993, foram mortos e os corpos carbonizados, fato registrado na divisa entre os municípios de Rodolfo Fernandes (RN) e Potiretama (CE)

O Cabo Queiroz e o soldado Carlindo foram assassinados por uma quadrilha composta, provavelmente, por cerca de 20 homens, que usaram espingardas de calibre 12, fuzil de calibre 5,56 e pistolas 380. Mais de 40 estojos dessas munições foram encontrados próximos aos corpos, que ainda queimavam quando foram encontrados logo pela manhã, segundo informações do delegado de polícia do município de Potiretama-CE, Sargento PM Edílson Costa.

Os corpos foram levados para Fortaleza e identificados pela arcada dentária. A família do Cabo Queiroz levou uma ficha dentária dele que estava com seu médico. Já os familiares do soldado Carlindo reconheceram devido a um aparelho ortodôntico que ele havia colocado recentemente. O sepultamento dos corpos do cabo e do soldado ocorreu no início da noite do dia 14 de novembro. Carlindo no cemitério público de Caicó e o cabo no município de São Fernando, distante 18 quilômetros do centro de Caicó. De acordo com o tenente coronel João Nogueira do 7º BPM, sediado em Pau dos Ferros, os policiais assassinados estavam sendo investigados, já que existiam fortes suspeitas do envolvimento deles com quadrilhas de assaltantes. O Cabo Albi, segundo o serviço de inteligência da polícia, tinha envolvimento com o assaltante “Dão Torrado, morto recentemente num confronto com agentes da Polícia Federal, no município de São Bento-PB. Além de Dão Torrado, ele também tinha ligação com José Valdetário Benevides. O Cabo Queiroz ainda era suspeito de envolvimento na morte do tenente PM Gilberto, fato ocorrido no dia 10 de novembro de 1998, na zona rural de Tenente Ananias. O tenente Gilberto comandava uma barreira policial para evitar a passagem de assaltantes que haviam assaltados o Banco do Brasil de São João do Rio do Peixe-PB. O Cabo encontrava-se com o tenente, e estava sendo investigado que ele teria atirado na nunca do tenente. O tenente Gilberto foi atingido com um único tiro na nuca. Destacamos esse triste acontecimento devido ter ocorrido quase na área da 3ª CPM, apesar de ter sido exatamente no município de Potiretama.

Cabo Queiroz e o soldado Carlindo foram mortos e seus corpos carbonizados próximo ao município de Rodolfo Fernandes-RN, há poucos metros da divisa com o município de Potiretama-CE.

POLICIAIS ASSASSINADOS NO RIO GRANDE DO NORTE

28/06/1873 – Por volta das 18 horas na Vila de Apodi, o senhor Porfírio Augésio da Silveira desfere uma punhalada no Soldado José Francisco Gomes, delito ocorrido defronte a residência do Coronel Antonio Ferreira Pinto.
10/06/1927 – SOLDADO JOSÉ MONTEIRO DE MATOS foi assassinado pelo grupo de cangaceiros de Lampião, por ocasião da passagem por Marcelino Vieira com destino a cidade de Mossoró. No povoado da vila de Vitória, atual cidade de Marcelino Vieira o grupo foi interceptados por uma guarnição policial comandada pelo tenente Napoleão de Carvalho Agra, que ofereceu valorosa resistência ao bando de bandidos, quando o soldado Matos foi baleado, manteve-se firme cobrindo a retirada. Após queimar os últimos cartuchos, os bandidos de Lampião se aproximaram, e encontraram-no com vida. O cangaceiro “conhecido popularmente pela alcunha de ‘Coqueiro” desfechou-lhe um tiro. Apunhalou-o e decepou-lhe uma orelha
27/12/1951 – SOLDADO FELIZ FELICIANO DE OLIVEIRA foi assassinado pelos primos do deputado estadual Israel Nunes, por ocasião em que esses indivíduos tentaram matar o prefeito de Luís Gomes, fato registrado no então povoado e atual cidade de Paraná. Além de ferir o prefeito Francisco Fontes feriram gravemnte o delegado de polícia de Luís Gomes, senhor Pedro Bento Gomes, este cunhado do prefeito Francisco Fontes de Oliveira
01/03/1953 – CABO PM MANUEL XAVIER DA SILVA foi assassinado na então Vila de Demetrio lemos, atual cidade de Antonio Martins, quando exercia a função de subdelegdo daquela comunidade. Em 12 de junho de 1961 foi inaugurado o logradouro construído no Quartel do Comando Geral, em Natal, denominado de CABO PM “MANOEL XAVIER”
24/12/1955 – CABO JOÃO LUIZ DE FRANÇA foi assassinado com vários tiros de revólver calibre 38, desfechados pelos pistoleiros Raimundo Ferreira Da Silva , vulgo “ RAIMUNDO SORORÓ” e Francisco Pereira de Andrade, vulgo “JARARACA”, a mando de Antoneles Godeiro da Silva. Fato delituoso ocorrido por volta das 23 horas em um circo instalado na Vila de Demétrio Lemos. Este homicídio foi apurado pelo tenente Bento Manuel de Medeiros, delegado de Martins
12/11/1956 – Cabo PM Francisco Ambrósio de Melo, natural de Apodi, casado com Maria do Carmo de Melo. Ele foi assassinado na Vila de Felipe Guerra. O motivo foi devido que, o Cabo PM Ambrósio havia desvirginado uma moça, e não se casou, daí um membro da desvirginada resolveu assassinar o policial.

12/10/1958 – Por volta das 15 horas, no bar do senhor Orestes Maniçoba de Oliveira, na Rua do Açougue, atual Professor José Osias, na cidade de Alexandria, o Cabo PM RAIMUNDO EDMUNDO CAVALCANTE, que havia chegado ali há poucos momentos e estava juntamente com outros devertindo-se em um jogo de dominó, ocasião em que chega o elemento JUSTINO ANTONIO DA SILVA, vulgo DETINHO, que dentro de poucos minutos, observou o policial descuidado naquela diversão e retira do bolso uma faca apropriada para trabalho de sapateiro e atacou o mesmo de surpresa, cravando-a no peito, como se tivesse dado um soco, e em seguida saui correndo. O Cabo Raimundo, FERIDO GRAMENTE, nvés de ter procurado assistência médica, APENAS PÔS UMA MÃO NO FERIMENTO E INCONTINENTE CORREU a procura do seu agressor, indo alcança-lo maias adiante, e com uma faca-peixeira do seu uso, ainda feriu ligeiramemte nas costas, não podendo mais persegui-lo, em viertide de derramar muito sangue pelo ferimento, a ponto de ser conduzido para a Farmácio Triunfo e dali para o consultório do Dr. Mousinho, onde foi devidamente medicado, mas devido a gravidade do ferimento, veio a óbito a uma hora do dia seguinte.
O acusado, logo após a prática do crime, foi preso em flagrante de delito e conduzido para a Delegacia de Polícia local. O Cabo Raimundo que pertencia a Companhia Regional de Pau dos Ferros, havia sido designado para reforçar o Destacamento de Alexandria, o qual nesta cidade, participou de uma ronda policial e na qual encontrou o elemento Justino Antonio da Silva, que nessa ronda o policial militar tomou uma faca peixeira em poder de Detinho e ainda deu-lhe uns empurrões, que horas depois Detinho de maneira traiçoeira assassina o graduado. Veja que o serviço mal feito, aqui e acolá acontece um desastre. Veja bem, se o cabo Apenas tivesse cumprido com seu devido dever, o de apenas desarmar o elemento Detinho, e não tivesse efetuado os empurrões, com certeza, não teria acontecido o homicídio
13/09/1960 – O Soldado PM nº 56155 SEVERINO BARBOSA DA SILVA foi barbaramente espancado e morto n cidade de Macau
24/03/1963 0 o 3º SGT PM JOSÉ FERNANDES DE CARVALHO, foi assassinado na cidade de SERRA Negra do Norte. A vítima havia ingressado na PMRN no dia 2 de setembro de 1959 e foi morto por JOSÉ MARTINS DE OLIVEIRA
03/02/1966 – O Soldado JOÃO RAIMUNDO DA SILVA foi assassinado na cidade de São Fernando, quando foi atacado e ferido com um golpe de faca-peixeira desferida por uma pessoa que ele conduzia detida.
21/03/1966 – SOLDADO MANUEL SOARES DE PAIVA foi assassinado com um golpe de faca-peixeira desfechado por um indivíduo que a vítima estava conduzindo para o Quartel de Patu
25/11/1964 – SOLDADO PM Nº 56186 MANUEL ISABEL DO NASCIMENTO foi gravemente ferido com golpes provocados por arma de fogo, fato ocorrido na cidade de São Miguel, onde era destacado. A vítima faleceu no Hospital da Polícia Militar em Natal, no dia 27 de novembro de 1964
03/04/1966 – O delegado de Polícia do município de Apodi, na pessoa do capitão PM Juvenal Andrelino de Souza, foi chamado para comparecer no sítio Maxixe, no município de Felipe Guerra, a fim de resolver um sério problema, tendo em vista que não havia delegado naquele município. Era uma sexta-feira santa. O Capitão Andrelino juntamente com o cabo Osvaldo Araújo Alves e os soldados Willians Felipe do Vale e Nildo de Carvalho deslocaram-se até aquela comunidade rural para atender a uma ocorrência policial, deixando no Quartel, o Soldado Sebastião Diniz de Sá, que estava escalado de CABO-DE-DIA, chegando “in-loco” os policiais militares depararam-se com várias mulheres armadas de faca-peixeira, facões cassetes, pedras e espingardas, cujas mulheres investiram contra os policiais, começando assim uma grande luta corporal e agarra-agarra, ficando várias mulheres feridas e policiais, tendo o soldado Willians sido atingido com um tiro e ficou gravemente ferido e ficando aleijado, vindo à óbito no dia 28 de dezembro de 1972, cujo óbito foi devido o tiro que sofrera na briga do maxixe. O soldado Willians era casado com Maria Leneide do Vale, natural de Caraúbas-RN. O cabo Osvaldo e o soldado Nildo de Carvalho saíram feridos.
17/10/1967 - O Sargento Adelson Adriano Pires assassinou o vereador Antonio Benevides Carneiro, natural de Caraúbas-RN, nascido a 10 de maio de 1910, filho de Cândido José Ramalho e de Maria da Paz Benevides. O crime aconteceu no mercado público de Caraúbas. O sargento sofreu um tiro desfechado por Antonio Benevides. O policial ao cair ferido, se fez que estivesse morto, daí o agressor foi verificar se realmente o sargento estava morto, daí sofreu um tiro certeiro desfechado pelo sargento Adelson.

23/12/1968 – o soldado PM Aleixo de Souza, natural de Itaú-RN, nascido em 16 de outubro de 1934, foi assassinado com várias cutiladas de faca-peixeira, fato registrado na cidade de Itaú, quando pela manhã transportava em seu ombro um galão d’água. Na noite anterior a vítima havia prendido o criminoso Edval Paulino da Silva e espancado o mesmo. O referido criminoso foi liberado pelo sargento Pedro Salustro dos Santos e esse ao sair prometeu que mataria o soldado Aleixo. Na manhã do seguinte cumpriu com a triste promessa, digo assim, porque por uma simples besteira cometida pelo soldado, ambos perderam a vida.
OBS.: Edval Paulino foi preso no mesmo dia e conduzido numa viatura tipo Jeep para a cadeia pública de Pau dos Ferros, na viagem o mesmo pula do Jeep e morre com o impacto da queda.

17/10/1970. O sargento Adelson foi assassinado em 17 de outubro de 1970, vítima de emboscada, tendo sido atingido com 10 disparos de arma de fogo, fato registrado em sua residência, em Natal. Os criminosos foram membros da família Carneiro de Caraúbas.
ADERSON x ANTONINO1
Sargento Aderson em 1966 foi nomeado novo delegado de polícia de Caraúbas, que ao chegar na cidade tornou-se o melhor amigo de Antonino Benevides. Por sua vez Antinino, não fazia por menos e era Deus no céu e Aderson na terra. Aderson, mulher e filhos estavam quase na casa de Antonino e quando Antonino matava um bode ou um carneiro, uma parte era para o amigo Aderson, além do leite do consumo da família, que todo santo dia, Antonino mandava deixar na casa dele. Ma parece que algumas pessoas tinham inveja da amizade dos dois e depois de um bom tempo passaram a levar e trazer mentiras. As pessoas que não gostavam de Antonino sabiam que Aderson era um homem corajoso e que esta era a oportunidade de eliminar Antonino, jogando um contra o outro. No dizer de Deusdete Fernandes, o delegado tinha medo de Antonino e evitava que os boatos mentirosos gerassem algum tipo de conflito entre os dois. Antonino, muito corajoso e ao mesmo tempo muito teimoso, alimentava sem querer, de certa forma, o leva e traz dos fofoqueiros de plantão.
Em Caraúbas, nessa época, não havia ainda o sistema de água encanada e todo o consumo da população da cidade era do açude grande. A preocupação começava pelo meio ano e, a partir do mês de outubro quando o nível de água no açude baixava a preocupação das pessoas com a qualidade da água aumentava. Caraúbas tinha uma média de 15 ou 20 carroceiros que viviam de botar água nas casas dos que podiam pagar por esses serviços. O prefeito José Nicodemos havia determinado que a polícia fiscalizasse o açude para que não deixasse nenhum carroceiro entrasse com as carroças no açude ou ficar muito à beira. Isso por causa dos animais, os burros que puxavam as carroças normalmente, quando entravam na água, bebiam e urinavam ali mesmo. Até que um dia houve o descumprimento da ordem pelo filho mais velho de Antonino, o Ribamar, que dizia que a ordem servia para uns e outros não. Antonino jamais concordavaria com a atitude e com o mal feito do filho, mas ficou muito revoltado por não ter sido avisado pelo delegado (seu amigo) o que muita gente na cidade já sabia. Isso para ele foi uma traição do Aderson e a partir daquele momento começaram as divergências entre os dois. As pessoas que gostavam de ver o circo pegar fogo, os fofoqueiros de plantão, faziam piadas, comentários e até previsões de como terminaria o enrasco dos dois.
Antonino foi a Natal e pediu ao Monsehor Walfrefdo Gurgel para tirar o delegado Aderson de Caraúbas, mas não foi atendido o seu pedido. Ao comentar para o Governador que um dos dois morreria. O Monsenhor aconselhou que ele vendesse o revólver e comprasse um rosário. Antonino saiu mais revoltado dali e respondeu ao Monsenhor que ia comprar era mais munição para o revólver e já saiu de lá rompido com o Governador. Antonino voltou para Caraúbas enfurecido e, diante do não do Governador, só falava no ódio que sentia pela política local, e do Monsenhor que era primo de sua esposa e primo da esposa do seu irmão Raimundo Benevides. Falava que não via outra saída a não ser a de partir para o ataque. Não ouviu mais ninguém, estava do jeito que os adversários queriam. Talvez fosse a praga de Chica Cancão se repetindo pela segunda vez depois da morte de LUIZ CÂNDIDO falecido em 19 de outubro de 1962.
Eram decorridos 9h30, do dia 17 de outubro de 1967, quando irmão de Antonino, senhor Raimundo Benevides encontrava se com o sargento Aderson em frente a farmácia do senhor Hermes, tentando mais um acordo, quando Antonio Benevides foi chegando e dizendo: “Meu irmão você ainda esta falando com este cara sacana?”. O delegado disse: “Calma Antonino, eu não quero brigar com você!. Antonino puxa o revólver e dá três tiros em Aderson que, mesmo baleado, corre para dentro do mercado público, se apóia em uma pilastra e saca o revólver. Antonino ao entrar no mercado, sem ver onde o sargento estava escondido, foi atingido por um único tiro bem abaixo do olho direito e caiu morto no chão no mesmo instante. Depois disso, o sargento delegado saiu do mercado e ao ver Raimundo Benevides (irmão de Antonino), gritou: “Seu Raimundo me socorra! Me ajude! Raimundo Benevides pegou o sargento e o colocou num carro (Jeep) e pede que o levem para a Maternidade Elisa Simões. Depois Raimundo Benevides vai para o mercado a procura do irmão e o encontra morto. Já não pode fazer nada. Raimundo Carneiro, primo e cunhado de Antonino, vin há chegando de sua fazenda tirou direto para a maternidade e de arma na mão, entrou pelos corredores da maternidade procurando onde estava o sargento. As pessoas correndo, só o médico e a diretorra, Dona Nanete, ficaram e falaram para ele que o sargento já havia sido transferido para Mossoró.
O 2º sargento da Marinha Raimundo Benevides Sobrinho, conhecido popularmente por MUNDINHO, solicitou transferência do Rio de Janeiro para Natal e na cidade fez todo o levantamento da vida e dos passos do sargento Adesron Pires, que foi morto no dia 17 de outubro de 1970, com vários tiros desfechados pelos mesmbros da família: FRANCISCO CARNEIRO, MAURÍCIO CARNEIRO, por CARNEIRINHO, irmão de Maurício, no bairro do Tirol, em Natal. Maurício e Carneirinho, depois do crime, voltaram para Caraúbas, mas não deu para Mauricio morar nessa cidade porque todas as suspeitas caíram mesmo para ele. Ninguém deu importância para Carneirinho porque o mesmo era do tipo paz e amor, irmão, um cigarrinho e tudo bem. A sua participação no crime foi de acompanhar Maurício, que há cinco anos namorava sua prima Vilani, filha de Antonio. Maurício para não ser preso, fugiu para Brasília/DF e morou lá um tempo e depois foi morar no Rio de Janeiro. Em 18 de maio de 1982 participou do assalto dos 94 milhões de cruzeiros, dinheiro da emergência, tendo sido preso e conduzido para Penitenciária João Chaves, em Natal e em 26 de janeiro de 1986 numa rebelião seguida de fuga foi assassinado.


1973 – Os filhos do saudoso Silvestre Alencar, assassinado em 1957, vinga a morte do pai, assassinando na cidade de Portalegre o sargento PM Eustáquio Rego de Freitas.
12/05/1977 – O CABO PM FRANCISCO ASSIS DE SOUZA, DO 2º BPM, em Mossoró, foi assassinado a tiros de revólver, calibre 38, desfechados pelo elemento conhecido por JOSÉ PEDRO MATO, delito registrado na Avenida Felipe Camarão, em Mossoró. No nomento do crime a vítima estava acompanhada de um companheiro de trabalho, o 3º sargento PM CANINDÉ FERNANDES e outra pessoa civil
04/10/1977 – Capitão Geraldo Bento de Souza, quando em devido cumprimento do dever, na cidade de Pau dos Ferros, sofreu uma grave lesão corporal, quando um d´bil-mental deferiu uma profunda cutilada de faca-peixeira no oficial, levando-o à fatalidade meses depois
19/09/1976 – O Soldado PM Nº 64149 – IVAN ATANÁSIO DE MACEDO, foi assassinado com um corte de faca-peixeira desferida por um elemento não identificado, delito registrado por volta das 13 horas, no bairro das Quintas, em Natal
21/12/1976 – SARGENTO MAOEL MARQUES CARNEIRO foi assassinado na cidade de Tenente Ananias, com dois tiros de revólver, desfechado por Eilson Gomes Amorim.
22/01/1977 – O Soldado PM Nº 65213 – FRANCISCO FERREIRA DA SILVA, NASCIDO A 4 DE ABRIL DE 1940, DESTACADO NA CIDADE DE São Paulo do Poptengi, foi assassinado com vários disparos de arma de fogo, pelo indivíduo JOÃO RODRIGUES DE MELO, que também foi atingido pelo soldadp vítima, fato registrado no baixo meritrício na cidade de São Paulo do Potengi
15/03/1977 – O Soldado PM Nº 65065 – INÁCIO GALVÃO DE FIGUEIREDO foi assassinado com golpe de faca-peixeira, desferida pelo elemento ERIVAN DE MACEDO DA CUNHA, homicídio acontecido na cidade de São João do Sabugi
03/04/1977 – 0 sargento PM MANUEL JUSTINO – “SILÊNCIO”, delegado de polícia do município de Severiano Melo, assassinou com um tiro de revólver, a pessoa de ANTONIO QUIRINO, fato registrado na comunidade de Boa Vista.

23/05/1978 – O Soldado PM Nº 72063 MIGUEL ANTONIO DA SILVA foi assassinado em Natal
10/01/1979 - O soldado PM nº 65.192 – JOSÉ APRÍGIO DE LUCENA, foi encontrado morto no município de Olho D’água do Borges-RN, Ma precisamente na fazenda do senhor Edgar, dentro de veículo tipo Fusquinha, placa MF-0052-RN, pertencente ao Soldado Lucena, totalmente carbonizado
07/01/1980 – O soldado PM Nº 61.093 Antonio Soares Cavalcante., por volta das 21 horas, na cidade de UMARIZAL FOI ASSASSINADO COM UM TIRO DE ESPINGARDA CALIBRE 12, QUE O ATINGIU NA CABEÇA, DESFECHADO PELO INDIVÍDUO CONHECIDO POR José Maria. A vítima teve morte instantânea. Criminoso evadiu-se do local do delito. O sepultamento do soldado aconteceu no Cemitério Público de Patu. O soldado PM nº 62.128 João Silvestre dos Santos atingiu com um disparo de revólver, calibre 38, o menor de 10 anos de idade, quando se confundiu o menor com o criminoso, vez que ambos ausentaram-se do local do delito
16/09/1979 – O Cabo PM Nº 58.219 - Eliezer Xavier, 49 anos de idade, foi assassinado num tiroteio em que se envolveu a guarnição da Rádio Patrulha que integrava contra cinco homens que pretendiam matar o comerciante Miguel Ciriaco, Na cidade de Mossoró. O Cabo Martins e dois civis não identificados, porque estão foragidos, saíram feridos. A polícia prendeu FRANCISCO MARTINS DA SILVA e JOAQUIM MANOEL DA SILVA, acreditando-se que os outros três implicados sejam FRANCISCO LUIZ DA SILVA, VULGO chico porta larga, CICERO MANUEL DA SILVA E FRANCISCO CÍCERO DA SILVA. Eles responsabilizaram o comerciante MIGUEL CIRIACO pela morte do garoto JOSÉ HILTON equerem se vingar
Na troca de tiros, morreu o cabo ELIEZER XAVIER, que comandava a guarnição e era subdelegado do posto policial do bairro BOM JARDIM, enquanto o cabo PM Martins que fora em missão para auxiliá-lo na diligência recebeu um tiro de raspão à altura do pescoço. Dos cinco implicados no tiroteio que resultou na norte de Eliezer Xavier foram presos
Na 1ª DP foram ouvidos FRANCISCO MARTINS DA SILVA, 40 ANOS, VENDEDOR AMBULANTE, RESIDENTE NA Rua Pedro Velho, 808, e o primo, também vebdedor ambulante, Joaquim Manoel da Silva, 32 anos, comerciante, residenete na Rua Seis de Janeiro, no bairro Santo Antônio. O primeiro é proprietário do Corcel, chapa IX 3586, cor amarela, em que os cinco saíram à procura de MIGUEL CIRIACO, o alvo dos criminosos, embora a polícia tenha informações de que houvessem cercado a casa do soldado PM Dimas que esteve implicado no tiroteio em que morreu o menor JOSÉ HILTON, cuja morte os parentes queriam vingar
Informado que cinco elementos em um Corcel amarelo estavam tentando assassinar o comerciante MIGUEL CIRIACO, o Cabo Eliezer dirigiu-se ao local indicado, comandando uma guarnição da RP. No momento, ocorreu o tiroteio, tendo o policial tombado morto, enquanto, o cabo Martins era ferido levemente.
Como implicados, segundo informações da polícia, estão FRANCISCO LUIZ DA SILVA, conhecido por CHICO DA PORTA LARGA, CÍCERO MANOEL DA SILVA e FRANCISCO CICER DA SILVA, conhecido como DIDI. Os dois últimos são, respectivamente, pai e irmão de JOSÉ HILTON DA SILVA, assassinado em tiroteio na madrugada do dia 6 de julho de 1979, cuja vingança constituiu-se no pivô dos acontecimentos do dia 16 de setembro de 1979
Didi 19 de setembro de 1979 falou com exclusividade ao jornal o MOSSOROENSE, veja a matéria publicada no dia 20 de setembro de 1979.
DIDI FALA COM EXCLUSIVIDADE A O MOSSOROENSE
“VIM FAZER JUSTIÇA, MAS CABORÉ COMEÇOU O TIROTEIO
Nem fera nem santo, nem herói, nem vilão, um moço simples, humilde, de poucas ou nenhumas letras, revoltado contra a impunidade e/ou morosidade da polícia e da justiça, em apurar o assassinato de seu irmão. A história não começou agora, com o tiroteio que matou o cabo ELIEZER e deixaram feridos mais duas ou três pessoas, uma delas, o carpinteiro DIDI, em estado grave. A história começou no dia 5 para 6 de junho passado, quando o menor JOSÉ HILTON DA SILVA foi (ou teria sido) assassinado por MIGUEL CIRIACO, comerciante, dono de um bar. Inquérito policial deve ter sido aberto, MAS ATÉ HOJE NÃO ANDOU. Estaria em lugar incerto e não sabido. Não foi concluído e mandado à Promotoria Pública para denúncia. Sumiu. Ou está engavetado. Disso foi cientificado FRANCISCO CICER DA SILVA, conhecido por DIDI, de profissão carpinteiro, que morava em São Paulo. Veio para seu Estado, o Sítio Boa Água, município de ANTONIO Martins. ‘“E como ninguém fez nada contra quem matou meu irmão, a gente resolveu fazer justiça por conta própria”, diz ao repórter o carpinteiro DIDI
A GUERRA
Saíram de seu município num carro Corcel IX-3586 e vieram atrás de Miguel Ciriaco, o indigitado matador do menor HILTON. Eram cinco no carro, FRANCISCO CICERO, seu pai CICERO MANUEL DA SILVA, mais os tios e primo JOAQUIM MANUEL e Francisco, mais um não referido.
Ao chegarem ao bairro Bom Jardim, na Rua Nilo Peçanha, inciando a caça de Ciriaco, foram surpreendidos por um comando policial, chefiado pelo cabo Martins. Detiveram o Corcel. Deram voz de prisão aos seus ocupantes. Antes. Porém, que eles saíssem do veículo, o tiroteio começou. O Cabo Zé Caboré começou tudo. A gente ia se entregar pacificamente. Mas Caboré começou atirando. Acertou meu pai acertou a mim com dois tiros. Um aqui embaixo e outro na perna esquerda. Também atirei. Dei uns dois ou três tiros, com o meu 38 que estava embaixo do banco. De certo um dos meus disparos acertou no cabo Eliezer, que morreu. Lembro que, durante aq troca de balas, o cabo MARTINS pedia que seus soldados não atirassem. Quando ouvi um soldado dizer que a sua munição tinha acabado, fugimos meu pai e eu, para o mato. E de lá só voltamos com o nosso advogado. Papai foi embora, eu vim para o hospital, Joaquim e Francisco que são inocentes, estão presos.
Explicando
Vamos procurar de
07/01/1980 – O soldado PM Nº 61.093 Antonio Soares Cavalcante., por volta das 21 horas, na cidade de UMARIZAL FOI ASSASSINADO COM UM TIRO DE ESPINGARDA CALIBRE 12, QUE O ATINGIU NA CABEÇA, DESFECHADO PELO INDIVÍDUO CONHECIDO POR José Maria. A vítima teve morte instantânea. Criminoso evadiu-se do local do delito. O sepultamento do soldado aconteceu no Cemitério Público de Patu. O soldado PM nº 62.128 João Silvestre dos Santos atingiu com um disparo de revólver, calibre 38, o menor de 10 anos de idade, quando confundiu-se o menor com o criminoso, vez que ambos ausentaram-se do local do delito

16/10/1980 – SOLDADO BENEDITO ARAÚJO DE CASTRO foi assassinado na cidade de Alexanadria
23/10/1980 – SOLDADO PM DANIEL SILVA N° 80.373, foi assassinado na cidade de João Dias com vários tiros de revólver calibre 38, desfechados pelo indivíduo conhecido pela alcunha de CHICO CABELUDO. A vítima adentrou no interior de um bar e verificou que Chico Cabeludo estava armado, daí, o recruta, com menos de um mês de serviço na Polícia Militar, avisou ao armado que guardasse a arma, pois o delegado iria o desarma-lo. Ao sair do local, Chico Cabeludo covardamente assassinou o soldado PM

19/01/1981 – O soldado PM nº 80.372 Daniel da Silva, que era conhecido popularmente pela alcunha de BARAÚNA, nascido no Distrito de Baraúna, município de Mossoró, foi assassinado na cidade de João Dias-RN, quando tomou conhecimento que uma pessoa estava armado, tendo o policial militar, recém formado, sem experiência avisado a pessoa armada que guardasse a arma, pois o sargento iria desarmá-lo, em seguida, o Soldado Daniel saiu do recinto, ao dar as costas, recebeu vários disparos de revólver, calibre 38. A vítima com 23 anos de idade, nascida a 22 de novembro de 1957
28/03/1981 – O Soldado PM Nº 79074 JOSÉ AZEVEDO FILHO, foi assassinado em Natal 79049 – JOÃO BERTOLDO, juntamente com seu irmão de nome JOSÉ BERTOLDO FILHO. O criminoso foi transferido para a cidade de Alexandria, o qual com a mesma moeda, visto no dia 2 de fevereiro de fevereiro de 1982, foi assassinado com 8 tiros de revólver calibre 38, na cidade de Alexandria
15/11/1981 – O Soldado PM nº 75041 – ANTONIO GOMES DE BRITO, pertencente ao DPM de Paraú, foi assassinado quando tentava prender o individuo ELIAS ANTONIO DE OLIVEIRA, que embriagado praticava desordem na cidade de Paraú, foi por este )agressor) mprtalmente atingido na região abdominal. O Soldado BRITO ANTES DE TOMBAR MORTO, DISPAROU TODA CARGA DE SEU REVÓLVER CALIBRE 38 NO CRIMINOSO QUE FALECEU INSTANTANEAMENTE. Elias Antonio de Oliveira,. Vulgo NEGR, era desordeiro e tinha fama de valentão. O Soldado Brito foi sepultado às 16 horas, no cemitério da cidade de Assu, com honras militares

18/02/1982 – O Sd PM Nº 80426 ADAILTON LIMA DA SILVA, da 2ª COM/1º BPM, em Natal, foi assassinado pelos marginais REGINALDO REGIS DE SOUZA e JOAQUIM LUCAS DE SOUZA, ambos foram presos em flagrante de delito por uma guarnição comandada pelo tenente SEVERINO GOMES DOS REIS NETO
19/02/1982 – SARGENTO PM ANTONIO FERNANDES CAMPOS, foi assassinado na cidade de João Dias, fato acontecido por volta das 10 horas da noite, quando o mesmo na condição de delegado de polícia daquele município tentava desarmar o individuo Antonio Leite Brasil, conhecido por BRAGA, daí seu irmão José Leite Brasil, que estava de emboscada por trás da igreja de São Sebastião, juntamente com outro irmão de nome Manoel Leite Brasil efetuou o primeiro disparo no policial, continuando o tiroteio e o sargento Campos foi morto com vários tiros
02/03/1982 – Soldado PM João Bertoldo foi assassinado na cidade de Alexandria, mas precisamente no interior da ESCOLA Municipal Dr. Gentil de Paiva, com oito tiros de revólveres calibre 38, desfechados por dois elementos não identificados, que chegaram na escola num Chevette
20/12/1982 – SARGEMTO EDGAR DE SOUZA foi assassinado no interior de um bar na cidade Antonio Martins, quando exercia a função de delegado de polícia, por ocasião em que tentava desarmar a pessoa conhecida pela alcunha de ZÉ DA BURRA, sendo atingido com um tiro de revólver. Na mesma data o indivíduo conhecido por JORGE, companheiro de Zé da Burra foi morto por Edgar de Souza Júnior, filho da vítima. Edgar posteriormente ingressou na PM e em 2 de janeiro de 2000 foi assassinado em Umarizal
19/02/1982 – SARGENTO ANTONIO FERNANDES CAMPOS - foi assassinado na cidade de João Dias com vários tiros desfechados por José Leote Brasil, conhecido por ZÉ BRAGA
00/00/1982 – O Sargento PM MOISÉS MARCULINO GOMES, quando exercia a função de delegado de polícia do município de Serrinha, foi assassinado, com requintes de perversidade, quando no estrito cumprimento do dever, pelos indivíduos JOÃO NILSON GOMES, MANUEL JAILSON DE LIMA, NILSON GOMES, FRANCISCO PEGADO DE LIMA e biluca. O Sargento Moisés morto com tiros de revólver, à queima-roupa, e com facadas pelos criminosos. O Soldado PM JOATÃO PEREIRA DOS SANTOS, em legítima defesa da vítima, descarregou o seu revólver e, já ferido, correu em direção à delegacia. Sendo impedido pelos assassinos que, naquele momento, o assassinaram friamente e covardemente, com facadas diante dos familiares do soldado JOATÃO.
As vítimas foram promovidas “post-mortem”
17/10/1982 – SOLDADO PM Nº 62.223 LUIZ GONZAGA DE MELO, conhecido popularmente por “BURRO PRETO” foi assassinado por volta das 13 horas, na cidade de Messias Targino, com cinco golpes de faca-peixeira, desferidas por seu inimigo de nome PEDRO CARDOSO. A vítima há poucos dias havia sido recolhido do DPM daquela cidade, em virtude da grande quantidade de inimigos contabilizados pelo Soldado Burro Preto, todos construídos através de espancamentos. Na época o comandante da Companhiade Patu havia transferido o referido soldado para o Quartel de Patu, porém no dia 17 de outubro de 1982 o mesmo ausentou-se da Unidade Policial sem permissão do tenente Neslon Ferreira de Lima e indo para a cidade de Messias Targino e lá foi barbaramente assassinado na presença de um companheiro de farda, o qual não reagiu a morte de seu colega de trabalho.
09/04/1983 – SOLDADO INÁCIO DA SILVA foi assassinado por volta do meio dia, com dois tiros de revólver desfechados pelo indivíduo conhecido popularmente por BENEDITO BATISTA TORRES, conhecido pela alcunha de “BENEDITO DOIDO”, vendedor ambulante, isso porque Benedito foi cobrar uma conta de cinco mil reais ao PM Inácio, que passou a espancar o cobrador e de arma em punho para mata-lo. Benedito Doido foi mais rápido e conseguiu tomar a arma do soldado, matando-o com a própria arma da vítima. Fato registrado na cidade de Patu O criminoso foi preso em flagrante de delito e no dia seguinte o soldado PM JOÃO BATISTA DA COSTA fuzilou BENEDITO DOIDO, o qual se encontrava recolhido no presídio público de Patu, vigando assim a morte do Soldado Inácio.
15/02/0982 – O Soldado PM nº 81465 – DANIEL FRANCISCO DE ARAÚJO, foi assassinado por volta das 15 horas, no baixo meretrício da cidade de Assu, com vários golpes de faca-peixeira, desferida pelo indivíduo de nome ANTONIO BATISTA DE SOUZA, tendo a vítima falecida in-loco, enquanto, 9 criminoso evadiu-se do local do crime. Na época o comandante do Pelotão de Assu era o tenente Laerson Costa
07/06/1983 – O SARGENTO PM JOSEÍNO MUNIZ, natural de Natal, nascido a 25 de maio de 1945, filho de José Muniz Filho e de Luiza Lopes Muniz. Ingressou na PM em 5 de maio de 1969, na condição de Aluno soldado, com o número 69.061, concluindo o curso de formação de Soldado no antigo CFA-Centro de Formação e Aperfeiçoamento, em Natal, foi assassinado no dia 7 de junho de 1983, com vários disparos de revólver calibre 38, desfechados pelo soldado PM Edson Duarte Pereira, fato ocorrido na Rua Francisco Barbosa, no Conjunto Abolição II, em Mossoró.O motivo do crime foi devido a uma discussão entre o sargento Muniz e o soldado PEDROZA, sendo que o subordinado não estava gostando do trabalho que era obrigado a fazer por determinação do seu superior, ou seja, a escala de serviço estava muito apertada, no meio do desentendimento o Soldado PEDROSA disse para o sargento MUNIZ “QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR!”.

13/02/1984 – SOLDADO PM Nº 78268 LOÃO LAURENTINO SILVINO foi assassinado por volta das 13 horas pelo seu companheiro de farda, o também soldado PM nº 80451 JOSÉ FRANCISCO DA SILVA, homicídio ocorrido na cidade de Patu
10/12/1985 – O 1º TENENTE PM LUIZ NICOLAU DE SOUZA, natural de Macau-RN, nascido a 31 de agosto de 1957, filho de João Nicolau Filho e Josefa Canuto de Araújo, que havia ingressado na PM no ano de 1979, como aluno-a-oficial, faleceu afogado na lagoa de Genipabu, no município de Extremoz-RN, quando tomava banho juntamente com o soldado PM Etelgegil Pires, do CFAP.

13/01/1987 – CABO PM 84069 – JOÃO MARIA BEZERRA, da CPTRAN, em Natal, foi assassinado com disparo de arma de fogo, desfechado pelo indivíduo conhecido por JOSÉ ALBERTO RODRIGUES IDALINO, vulgo BETO, delito registrado no Conjunto Panatis, em Natal
15/09/1987 – SOLDADO ZACARIAS ALVES DE SOUZA NETO foi assassinado por volta das 13 horas, no sítio Oiteiro, município de Alexandria, com vários tiros de arma de fogo desfechados pela pessoa de Francisco Daniel Filho, conhecido por CHICO EXPLOSÃO.
11/03/1988 – JOSÉ ALDO DE SENA AQUINO foi assassinado em Alexandria, fato acontecido por volta das 17 horas, no centro da cidade, com 13 tiros de revólver, desfechados pelos irmãos Edmilson Ananias de Souza, Benedito Ananias de Souza e Neném Ananias. O motivo originou-se devido que o soldado PM Zacarias havia prendido, há mais de um ano, o pai dos criminosos.
22/04/1988 – O Cabo PM Nº 70176 MANOEL LOPES DA SILVA, conhecido popularmente por CABO FLAMENTO, natural de São Gonçalo do Amarante, nascido a 2 de janeiro de 1949, filho de Severino Lopes da Silva e Maria Eugênia Silva, foi assassinado, com várias cutiladas de faca-peixeira, desferidas pelos irmãos EDMILSON e JOÃO BOSCO, fato registrado na cidade de Mossoró. A vítima era um grande fanático torcedor do Flamengo. Ele trabalhava na sargenteação da 1ª Companhia, responsável pela escala e nas escalas de serviço ele invés de colocar seu nome, colocava :ASSINA CABO FLAMENGO
09/03/1989 - o soldado PM Isaldo Antonio da Silva assassinou a pessoa de Feliciano Efigênio da Silva, fato ocorrido no conjunto da Cohab, em Apodi, quando o policial utilizou uma arma para disparar vários tiros em Feliciano. O crime abalou a sociedade apodiense pela forma como foi praticado, sem chance de defesa para a vítima, que foi morto de forma covarde, além, de o criminoso ser irmão do delegado de Polícia local, o 1º sargento PM Ilauro Antonio da Silva
21/09/1989 – SOLDADO WANDEMKOIK MORAIS DA SILVA foi assassinado com um tiro de espingarda calibre 12, disparado pelo indivíduo Francisco Alves Sobrinho, vulgo CHICO DE LOURA, crime acontecido em Lucrecia,
19/02/1990 – CABO PM nº 79193 FRANCISCO RAIMUNDO MARTINS, natural de Martins, nascido a 18/10/1958, filho de pai não declarado e Terezinha Maria da Conceição foi assassinado com sete cutiladas de faca-peixeira desferidas pelo indivídui conhecido pela alcunha de GALEGO, fato ocorrido no bar dos Caçadores, situado no Mercado Público de Janduís
10/03/1991 – O soldado Cilas Pereira da Silva, natural de Felipe Guerra, nascido a 10 de fevereiro de 1969,filho de José Pereira do Vale e de Luzia Nogueira da Silva, assassinou com um tiro de revólver, em legítima defesa, a pessoa de Luiz Ramalho da Silva, vulgo “Zé Rosa”. O crime aconteceu por volta das 19 horas, na Rua José Barra Neto, na cidade Alta, em Felipe Guerra, quando a vítima armado com uma faca-peixeira tentou matar o referido policial.
25/01/1991 – O sargento PM nº 84.522 - Duarte Trigueiro, natural de Natal, filho de José Trigueiro Sobrinho e de Maria Virgínia Trigueiro, nascido a 10 de novembro de 1962, foi assassinado no município de São Rafael-RN. Quando na época exercia o cargo de delegado de polícia daquele município e foi até o Sítio Burgi, tentar resolver uma questão de terra, tendo recebido vários tiros de arma de fogo.
06/03/1991 – o Soldado PM 90077 0 DERCIO COSTA DE ARAÚJO, natural de NATAL, nascido a 8 de março de 1969, filho de Gabriel Costa da Silva e Francisca Lucinete Costa de Araújo, foi assassinado por volta das 21 horas, com vários disparos de arma de fogo, próximo ao Terminal Rodoviário de Natal, por elementos não identificados

10/01/1992 – O Cabo nº 80430 – JÚLIO TEIXEIRA DE LIMA, natural de MACAÍBA, FILHO DE José TEIXEIRA DE Lima e Zilda Teixeira de Lima, foi assassinado por volta das 23 horas, com vários tiros de espingarda calibre 12 e revólveres calibre 38, crime registrado no bar do Gato Preto, localizado no Centro da cidade de Macaíba, na Rua Francisco da Cruz, nº 38, pelos elementos GERALDO NOGUEIRA DE CARVALHO e seus filhos, GILMAR NOGUEIRA DE CARVALHO e o advogado, OAB-RN, sob nº 486 GILSON NOGUEIRA DE CARVALHO quando o referido policial se encontrava no mencionado bar assistindo uma partida de sinuca, armado com um revólver calibre 38, taurus, o cabo ainda disparou três disparos contra os acusados, não chegando a atingir nenhum deles
14/01/1992 – O soldado PM Geraldo Virginio de Souza assassinou a pessoa de Enitônio Gomes de Aguiar. O homicídio aconteceu na cidade de Rodolfo Fernandes, quando os irmãos Enitônio Gomes de Aguiar, José Eilson Filho,Martins Gomes de Aguiar e o soldado Geraldo Virgínio encontravam-se no Bar de Marcelo Eumanes Araújo Pinto, localizado na Rua Manoel Nobre, quando ocorreu uma discussão e em seguida provocando um tiroteio, onde nesse episódio a pessoa de Enitônio foi morto no local, e o soldado Geraldo saiu gravemente ferido. O motivo desse fato foi por causa de ciúme, tendo em vista que Enitõnio, e o soldado Geraldo gostava da mesma mulher.
28/04/1992 – O soldado PM nº 81.481 – Levi dos Santos Carneiro, assassinou a pessoa de Valdécio Fernandes Maniçoba, crime acontecido por volta das 19 horas, na RN 117, trecho entre as cidades de Caraúbas e Olho D’Água do Borges.

19/08/1993 – SOLDADO ROMILDO DE OLIVEIRA foi assassinado com um tiro de revólver, disparado por Geraldo Evangelista de Freitas, crime acontecido na cidade João Dias.
03/10/1993 – o Sd PM Nº 83190 – GERALDO BENTO MARTINS, natural de Juazeiro do Norte-CE, nascido a 3 de julho de 1963, filho de José Bento Martins e Luzia Bento Martins, foi assassinado no município de São Gonçalo
14/01/1994 – O Cabo PM 85119 – EDMILSON GOMES TIMBIRA, do CFAP, natural de Natal, nascido a 7 de junho de 1966, filho de Luiz Joaquim Timbira e Beliza Gomes da Silva, foi assassinado no bairro do Bom Pastor, em NATAL, POR volta das 20 horas
29/05/1994 – o Soldado PM inativo MIGUEL GOMES DE LIMA, natural de Natal, nascido a 8 de maio de 1939, residente na Rua Largo de Nossa Senhora, s/nº, na cidade de Touros, foi assassinado nas proximidades do Rio Velho, cujo corpo foi encontrado já em estado de putrefação
16/10/1994 – o soldado nº 87.105 – NILTON NUNES DE ALMEIDA foi assassinado na cidade de Caraúbas, com um disparo de arma de fogo, desfechado por Odécio Gonçalves da Costa, quando adentrou numa casa abandonada, na Rua Bento Neco, s/nº, com a finalidade de localizar a arma utilizada por Paulo da Silva, nos crimes que cometeram.

30/01/1995 – O soldado PM Nº 92.073 José David Soares, natural de Lagoa Nova, nascido a 15 de agosto de 1972, filho de Inácio BEZERRA DE Oliveira e de Maria Carmelita de Oliveira, foi vítima fatal de acidente de trânsito, quandoi por volta das 4 horas, na RN 118 que liga Caicó a Jucurutu, próximo ao Sítio Quixadá, um Caminhão Mercedes Benz, de propriedade da pessoa identificada por Gilvan, que trafegava de Mossoró a Caicó, transportando uma carga de cimento, perdeu o controle e em seguida tomando no local, deixando como vítima Severino Neto, que viajava de carona.

20/05/1995 - MAJOR JOÃO PINHEIRO BEZERRA CAVALCANTE, natural de Santa Cruz-RN, nascido ma 23 de novembro de 1958, filho de José Bezerra CAVALCANTE E Luci Pinheiro Bezerra, foi assassinado por volta das 4 horas, do dia 20 de maio de 1995, vítima de um disparo de revólver calibre 38, no município de Belém do Brejo de Areia, no Estado da Paraíba, cujo disparo foi desfechado por uma marginal, no ato de uma diligência, no vizinho estado paraibano. A vítima foi o primeiro do Pelotão PM de Umarizal, em 1983

22/04/1996 – SOLDADO FRANCISCO EUDES FERREIRA DE SOUZA FOI ASSASSINADO COM TRÊS TIROS DE REVÓLVER, desfechados por Antonio Neto da Silva, homicídio acontecido na cidade de José da Penha.
22/07/1996 – O Major PM JORGE FERREIRA DE OLIVEIRA – Foi assassinado com um tiro fatal na nuca, homicídio registrado na Praia de Camurupim, em Parnamirim, por ocasião de um assalto, quando 4 assaltantes tentavam assaltar o bugre pertencente ao oficial. Dois desses assaltantes eram soldados da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, lotados no 5º BPM, em Natal. O tenente Jorge havia assassinado em Mossoró a pessoa de Elziário Gurgel, delito ocorrido em 5 de outubro de 1981, nessa época ele era comandante da Seção de Combate a Incêndio Furtos de Furtos de Mossoró
11/11/1996 – SOLDADO MARCOS ANTONIO PAULINO foi assassinado no município de Rafael Fernandes, com um tiro de revólver calibre 38, desfechado por Gilberto Leite Fontes
22/08/1996 – O 1º SARGENTO PM Armando Rodrigues, delegado de polícia de Apodi, foi assassinado a poucos quilômetros do município de Riacho da Cruz, onde residia. Ele voltava de uma viagem a Apodi, onde havia deixado o soldado PM Jerônimo Eloi Marinho, que havia passado o final de semana em sua casa, com a mulher, Antonia Kátia Torres e a filha Julina Kalline Torres Marinho. No momento do crime, ele estava acompanhado de Ângela Maria Lopes, estudante, de 18 anos, com quem mantinha um caso amoroso, e da menor Querzia, 16 anos.
O sargento PM Armando dirigia um veículo tipo Prêmio azul, placas VO-8880 – Viçosa, pertencente a Prefeitura Municipal da cidade de Viçosa, foi fechado por dois carros que vinham seguindo desde a cidade de Itaú, e ao ser ultrapassado por uma Pampa de cor cinza, com alguns homens na carroceria, o sargento foi atingido pelo primeiro tiro. Em seguida, o Prêmio desgovernou e desceu a estrada, de onde os ocupantes dos dois carros continuaram atirando, mesmo depois de perceberam que Armando estava morto.

11/11/1996 – SOLDADO PM Nº 83096 MARCOS ANTONIO PAULINO foi assassinado com dois tiros de revólver desfechados pelo elemento GILBERTO LEITE FONTES, homicídio acontecido no sítio Gangorra, no município de Rafael Fernandes, por ocasião da realização de um forró naquela comunidade
23/09/1997 – SOLDADO PM Nº 88307 ODIMAR GALDINO DA ROCHA foi assassinado no município de MARTINS, mas precisamente na subida da serra que dá acesso a cidade de serrinha dos Pintos, quando prestava segurança a uma pessoa que conduzia certa quantia em dinheiro
04/06/1997 – O Soldado PM MARCELO FERREIRA DA SILVA, natural de Eloi de Souza, nascido a 25 de junho de 1972, filho de Manuel Ferreira da Silva e Severina Lourenço de Morais, filho assassinado na cidade de São Gonçalo do Amarante, por um soldado do Exército, que naquela data assassinou várias pessoas
04/01/1998 – o Sargento PM nº 84.367, Vicente José Neto, natural de Mossoró, nascido a 24 de maio de 1965, filho de Macário José da Silva e de Rita Ferreira da Silva, foi assassinado na BR 405, próximo da cidade de Jos´´e da Penha, quando a vítima pilotava um moto e um veículo propositalmente o acidentou
31/03/1998 – SOLDADO PAULO TARSO VIEIRA foi encontrado morto as margens da RN 117, que liga as cidades de Umarizal a Olho d’Dgua do Borges, já em estado de putrefação. O Soldado Tarso destacava no Pelotão PM de Umarizal e estava desaparecido há oito dias
05/10/1998 – o 1º Sargento PM Nº 83239 – IVAN ARAÚJO PINHEIRO, foi assassinado na cidade de Cubati-PB, quando foi atingido com um tiro na região frontal, por ocasião que participava de uma operação policial naquele estado
10/11/1998 - faleceu o 2º Ten QOAPM GILBERTO ALVES DA SILVA, matrícula nº 050.770-9, do 2º BPM, filho de Elviro Alves da Silva e de Luzia Carmino da Silva, nascido no dia 17 de julho de 1956, na cidade de Mossoró/RN, por haver no dia 10 de novembro do corrente ano, quando de serviço no Comando da Guarnição de prefixo 244-Silverado, autorizado pelo Comandante da 3ª CPM/2º BPM, a fazer uma barreira policial no entroncamento que dá acesso as cidades de Tenente Ananias e Marcelino Vieira, possível local de saída da rota de fuga que os assaltantes estavam seguindo, que através de informações posteriores, os mesmos foram comunicados via rádio, que os assaltantes estavam cercados em um sítio, no município de Paraná/RN, tendo a Guarnição abandonado a barreira e deslocado para o local epigrafado, seguindo uma carroçal, entre os municípios de Tenente Ananias e Paraná, quando se depararam com os assaltantes que vinham em uma S-10 branca, e como não esperavam cruzar com os assaltantes, pois seguiam informações de que eles estavam cercados, forma pegos de surpresa, dificultando a reação, onde os assaltantes levaram vantagem, pois estavam fortemente armados e em número de mais de 08 (oito), efetuaram dezenas de tiros contra a Guarnição, mal dando chances de defesa aos seus componentes, tendo o referido Oficial tombado mortalmente no local, com um tiro na cabeça.
16/12/1998 - Sd PM 87.040 Sebastião Abdias da Silva, filho de Abdias Gabriel da Silva e de Isabel Francisca da Conceição, foi assassinado fato ocorrido no dia 15/12/96, por volta das 20:45 h, na cidade de Frutuoso Gomes/RN, durante a realização de uma festa dançante, crime praticado pelo elemento conhecido por “Messias Filho”, que efetuou três disparos de arma de fogo tipo Rv Cal 38, vindo falecer o citado PM no local.
27/03/1998 – o soldado PM Francinaldo Pereira foi assassinado por elementos da quadrilha de Pedro Rocha, fato registrado no sítio Marrecas, município de Caraúbas. Ele foi morto por volta do meio dia, numa batida policial. Ele estava acompanhando o Grupo de Operações Especiais (GOE) e de policiais militares de Governador Dix-sept Rosado.
O soldado Francinaldo morreu no local com um tiro no coração que transfixou seu tórax e saiu à altura do peito direito. O soldado estava sem colete à prova de balas e tinha ido à diligência apenas na condição de informante, pois conhecia o acesso a Fazenda Marrecas.
Os policiais, sem coragem e sem experiência ficaram desesperados com o colega morto, enquanto os bandidos fugiam num descampado de mais de um quilômetro. Os policiais fizeram o pior, invadiram a casa da fazenda e dispararam uma saraivada de tiros nas telhas da casa, como as telhas fosses as culpadas do triste acontecido. Por fim prenderam os moradores da casa: Maria do Carmo Benevides Carneiro, 52 anos, seu marido Gerson Gurgel de Albuquerque, 62 anos, o filho do casal Gerson Gurgel Benevides, vulgo Jair, com 28 anos e o caseiro Erisvaldo Pereira da Silva.
O policial Francinaldo foi morto durante um tiroteio cerrado entre a Polícia Militar e os bandidos Pedro Rocha Filho, Ismar Leite Dantas, Francimar Benevides Carneiro e outros elementos. O grupo conseguiu amedrontar os policiais e fugir correndo por um descampado de aproximadamente 500 metros até alcançar o mato fechado, sem que nenhum policial militar tenha efetuado um único disparo e se disparou, infelizmente, não possuía pontaria.
20/03/1999 – os elementos Francisco Américo de Lima Filho e Jandilson Neves Laranjeira assassinaram a tiros o ex-soldado PM Francisco Canindé de Oliveira. O corpo do ex-PM foi encontrado na Chapada do Apodi crivado de balas. Ao lado do cadáver estava uma moto Honda que tinha sido tomada em assalto. Américo e Jandilson foram presos no Seridó. Com eles a polícia apreendeu um carro tipo Fiat Uno. Eles disseram que receberam o carro de Francisco Canindé.
Com essa confirmação, a polícia passou a desconfiar da participação deles no crime. Francisco Canindé tinha envolvimento em roubos e poderia estar agindo com Américo e Jandilson.

10/03/1999 - O tenente PM Moisés Gurgel Filho, natural de Janduís-RN, nascido em 13 de abril de 1955, filho de Moises Gurgel e de Maria Mônica Gurgel, que havia ingressado nas fileiras da gloriosa e amada Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, como Aluno-a-Oficial, em 1º de março de 1978, conforme o Boletim Interno, nº 041, de 2/3/78, foi demitido do quadro efetivo da polícia Militar do RN, conforme Ato Governamental datado de 9 de janeiro de 1997, foi assassinado em Parnamirim, coincidência ou não, quase na mesma data (12/03/1992) da chacina de viçosa, por dois elementos identificados por SANDRO e GAGO.
A vítima era suspeito de envolvido na chacina de Viçosa, quando as pessoas de Jailson Monteiro, vulgo “BRINQUEDO DO CÃO” e Lindomar Lúcio da Silvas, que haviam sidos presos na noite anterior, pelo então delegado de Polícia, o Sgt Imperial, foram mortos dentro de uma cela da Delegacia de Polícia.

02/01/2000 – O SOLDADO PM Edgar de Souza Júnior, foi baleado por volta das 3 horas da manhã e morreu no dia seguinte, no Hospital de Umarizal. O Autor do homicídio foi o ex-soldado PM Antonio de Oliveira, pelo motivo que no ano de 1996, o ex-policial militar Antonio de Oliveira, que estava embriagado e ameaçando atirar nas pessoas num banheiro de um colégio público foi detido pelo Soldado Edgar, daí o soldado foi expulso da PM. Antonio de Oliveira entendeu que o soldado Edgar havia motivado sua expulsão da corporação. Daí o assassinou

05/05/2002 – cabo da reserva remunerada e da Guarda Patrimonial foi assassinado de forma fria e covarde por dois desconhecidos que após cometerem um assalto no ônibus da Jardinense que fazia a rota Natal/Pau dos Ferros, levando a importância de 126 reais, fato acontecido na manhã do dia 9 de maio de 2002 no município de Marcelino Vieira
07/11/2001 - O Capitão médico e prefeito, Agnaldo Pereira da Silva, natural de Patu-RN, nascido a 25 de março de 1943, filho de Francisco Simão da Silva e de Carlinda Pereira da Silva,casado com Antonia Gurgel Nóbrega Pereira, conhecida popularmente por Nieta. Capitão médico da Polícia Militar do Rio grande do Norte e político, foi eleito prefeito de Caraúbas em dois mandatos.
Foi assassinado no dia 7 de novembro de 2001, juntamente com sua esposa Antonia Gurgel Nóbrega Pereira, conhecida popularmente por Nieta, o segurança Everlândio da Silva, 20 anos, o sargento PM Ronaldo Soares da Silva, 31 anos, e o soldado PM Edílson Pereira da Silva, foram assassinados na RN 117, que liga Mossoró ao município de Caraúbas. Os corpos foram encontrados na manhã de 8 de novembro por populares que passavam pelo local.
O prefeito Aguinaldo Pereira já vinha recebendo ameaças de morte saíram de Caraúbas com destino a Mossoró por volta das 20 horas. A intenção do prefeito, da mulher, dos policiais militares e o segurança era assistir o jogo da seleção Brasileira contra a Bolívia, em Mossoró. No entanto, quando passaram pelo município de Governador Dix-sept Rosado, um veículo começou a seguir as vítimas.
Na localidade de Lagoa de Pau, cerca de 10 quilômetros da área urbana de Mossoró, outro veículo, com várias pessoas na carroceria teria interceptado o Santana, placa MYD-4307-Mossoró, de propriedade do prefeito Aguinaldo Pereira, que estava sendo conduzido pelo soldado Cláudio Pereira da Silva. O soldado Cláudio teria perdido o controle do Santana, descendo um barranco de aproximadamente 10 metros de altura.
O carro chocou-se de frente contra uma cerca de pilares de concreto e arame farpado. Capotou e jogou fora os três passageiros: o segurança Everlândio, a mulher do prefeito Niêta e o sargento Rafael. Os assassinos teriam deixado seus veículos na RN 117, descido o acostamento e fuzilado o prefeito com dezenas de tiros O Soldado Cláudio que ficouu preso no cinto de segurança, sofreu 15 tiros de diversas parte do corpo. Ficou com a cabeça praticamente esfacelada, em decorrência de um disparo de fuzil calibre 556, na nuca. Os passageiros do Santana foram jogados fora do capotamento. Everlândio foi alvejado com um disparo certeiro na nuca. O sargento Rafael sofreu 3 tiros, sendo todos na nuca. Niêta morreu em decorrência do capotamento.
O capitão PM Médico Agnaldo, sua esposa Niêta, o sargento Rafael, o Sd Cláudio e Everlândio foram assassinados na RN 1117 – trecho Caraúbas/Mossoró.
24/07/2001 – O sargento PM 89.277 – JOSÉ ROBERTO TENÓRIO, natural de Mossoró, nascido a 6 de setembro de 1968, filho de Pedro Teixeira de Abreu e de Maria do Carmo Tenório. Foi assassinado no sítio Mulungu, município de Felipe Guerra-RN, no dia 24 de junho de 2001. Ele exercia a função de delegado de polícia em Felipe Guerra desde 24 de abril de 1998.
24/07/2001- O SD Nº 92.593 – ISAIAS CARLOS DA SIALVA COSTA, natural de Felipe Guerra, nascido a 17/08/1972, filho de Francisco Henrique da Costa e de Maria do Carmo da Silva Costa, praça de 2 de setembro de 1992, foi assassinado por volta das 4 horas da manhã, pelos assassinos do sargento Tenório no sítio Mulungu, no município de Felipe Guerra. Logo após a morte do sargento Tenório, os criminosos fugiram em direção a localidade de Santana, no município de Caraúbas, por uma estrada carroçável, quando atravessaram a zona urbana de Felipe Guerra e chegaram no rio Mossoró/Apodi, encontraram o soldado Isaias, quando tomaram a moto do soldado Isaias para fugir. Mas, ao perceber que se tratava de um policial, mataram-no. Isaias ainda implorou para não ser assassinado. Morreu com um tiro na cabeça. A Câmara Municipal de Felipe Guerra aprovou um projeto de lei dando o nome de Passagem Molhada sobre o Rio Apodi/Mossoró de Soldado Isaias Carlos.
OS SUSPEITOS DE MATEREM TENÓRIO E ISAIAS QUE JÁ FORAM MORTOS:
1 – 11/11/2002 – Valdemir Manoel do Rosário, natural de Felipe Guerra, filho de Manoel José do Rosário e de Maria Edimar de Oliveira, foi assassinado no Estado de São Paulo
2 – 05/06/2003 – Valdenir Manoel do Rosário, 35, assassinado no Assentamento Canto Comprido, no município de Caraubas.
3 – 15/11/2004 –O homicida Genésio Manoel do Rosário, 32 anos, autor das mortes de Tenório Isaias, foi morto com cinco tiros de fuzil, por policiais do GTC do 2º BPM, na estrada entre os municípios de Umarizal e Martins. Ele tinha mandado de prisão preventiva, expedido pela comarca de Apodi, acusado de participação na execução do Sargento PM José Roberto Tenório e do soldado Isaías Carlos da Silva.
4 - 03/07/2005 – Osmar Manoel do Rosário foi assassinado com cinco tiros de revólver, desfechados por uma pessoa não identificada, fato registrado na Rua Projetada, 254, conjunto Liberdade em Felipe Guerra.


22/12/2001 - Cabo PM ALDEMIR PEREIRA DA SILVA, filho de Severino Félix Pereira e de Maria de Lourdes Pereira, nascido em 02 de fevereiro de 1949 na cidade de Natal/RN, vítima de ferimento infectado na perna esquerda, septicemia, insuficiência respiratória aguda, parada cardio respiratória, provocada por seu próprio filho.

12/09/2002 – O Soldado Aisamaque, natural de Apodi, foi assassinado com vários tiros, crime ocorrido na cidade de Mossoró
07/06/2003 - soldado PM Worton Tvares dos Santos,natural de Mossoró, nascido em 11 de junho de 1965, filho de Luiz Tavares dos Santos e de Antonia Nogueira dos Santos, foi assassinado em Mossoró
18/12/2002 – O Cabo PM JANILSON COSTA DA SILVA, integrantes do Batalhão de Choque, foi assassinado com dois tiros. Fato registrado nas proximidades de sua Residência, no Conjunto Village das Dunas, Zona Norte, Natal
09/05/2004 O subtenente da reserva remunerada LUIZ TAVARES DOS SANTOS, natural de Araruna-PB, nascido em 16 de junho de 1931, filho de Filomena Maria da Conceição, foi assassinado com nove tiros de pistola, em sua casa no conjunto Redenção, por pessoas não identificadas pela polícia.

13/01/2003 - Felipe Guerra foi palco no início da madrugada desta datas de uma tragédia, ocorreu naquela cidade um duplo homicídio envolvendo três pessoas integrantes de uma mesma família. O Soldado PM Nº 97.323 – ZUINGLO ALVES DE GOIS, natural de Felipe Guerra-RN, nascido em 3 de fevereiro de 1971, filho de Edivaldo Vicente da Silva e de Irene Cardoso de Góis, que era lotado na 7ª Delegacia Regional de Polícia, em Patu, foi assassinado com seis cutiladas de faca-peixeira desferidas pelo seu primo, o agricultor Elenilton Leite de Souza, 29 anos. O assassino, por sua vez, foi morto minutos depois com tiros de pistolas pelo irmão de Zuinglo de nome Zuilton Alves de Góis, vulgo “Bolo”.
O soldado Zuinglo, ainda agonizando no local em que foi surpreendido, entregou a sua pistola calibre 380 para o irmão Zuilton Alves, 30 anos, que acabava de chegar “in-loco” .A morte foi vingada minutos depois pelo irmão do soldado. Existia uma grande rivalidade entre Zuinglo e Elenilton motivada por uma prisão feita pelo policial que há tempo atrás havia o detido na Delegacia de Polícia de Felipe Guerra e no dia do ocorrido os dois se encontraram em um bar na rua Paula Barra, no bairro Cidade Alta. O primo do policial falou com o primo e disse que as divergências entre ambos a partir daquela data estavam acabadas e continuaram no estabelecimento. E em certo momento Elenilton foi a banheiro e ao retornar já de arma em punho sem que Zuinglo notasse, apertou a mão do primo e com a outra mão desferiu a primeira cutilada de faca-peixeira na vítima,

30/10/2003 - SARGENTO JOSÉ WILLIME AMARAL Foi assassinado, fato registrado em praça pública, na cidade de Messias Targino-RN, pelos elementos José Ribeiro dos Santos, vulgo “José Parada” e Francimar. O sargento Willame quando foi assassinado exercia o cardo de delegado de Polícia de Messias Targino e estava na Delegacia quando passou a dupla em uma moto fazendo barulho, seguiu para a praça do centro da cidade onde continou com a baderna. O sargento e um soldado saíram e alcançaram os dois arruaceiros que ao serem advertidos desrespeitaram a autoridade, dizendo que contnuariam fazendo baderna. O sargento Willame, José Parada e Francimar travou uma série de discussão e este aproveitou de um vacilo por parte do policial, pegou-a pelo colarinho enquanto seu parceiro sacou a arma e detonou um tiro. O outro policial conseguiu sair do local sem ser alvejado. É o que ganha o companheiro em confiar no colega pobre de espírito policial militar
17/01/2004 – CABO PM nº 80.409 – JOSÉ DANTAS DA SILVA, natural de Luís Gomes, nascido em 20 de abril de 1959, filho de José Dantas de Oliveira e de Marcina Ana da Conceição, foi assassinado por um cunhado seu, fato acontecido na cidade de Pau dos Ferros

11/11/2004 – O cabo PM Albi Aprígio de Queiroz e o soldado PM Francisco Carlindo Dantas, natural de São José do Brejo do Cruz-PB, nascido a 1º de setembro de 1971, filho de Emiliano Batista Neto e de Margarida Dantas, havia ingressado na PM em 29 de setembro de 1993, foram mortos e os corpos carbonizados, fato registrado na divisa entre os municípios de Rodolfo Fernandes (RN) e Potiretama (CE)
O Cabo Queiroz e o soldado Carlindo foram assassinados por uma quadrilha composta, provavelmente, por cerca de 20 homens, que usaram espingardas de calibre 12, fuzil de calibre 5,56 e pistolas 380. Mais de 40 estojos dessas munições foram encontrados próximos aos corpos, que ainda queimavam quando foram encontrados logo pela manhã, segundo informações do delegado de polícia do município de Potiretama-CE, Sargento PM Edílson Costa.
Os corpos foram levados para Fortaleza e identificados pela arcada dentária. A família do Cabo Queiroz levou uma ficha dentária dele que estava com seu médico. Já os familiares do soldado Carlindo reconheceram devido a um aparelho ortodôntico que ele havia colocado recentemente. O sepultamento dos corpos do cabo e do soldado ocorreu no início da noite do dia 14 de novembro. Carlindo no cemitério público de Caicó e o cabo no município de São Fernando, distante 18 quilômetros do centro de Caicó. De acordo com o tenente coronel João Nogueira do 7º BPM, sediado em Pau dos Ferros, os policiais assassinados estavam sendo investigados, já que existiam fortes suspeitas do envolvimento deles com quadrilhas de assaltantes. O Cabo Albi, segundo o serviço de inteligência da polícia, tinha envolvimento com o assaltante “Dão Torrado, morto recentemente num confronto com agentes da Polícia Federal, no município de São Bento-PB. Além de Dão Torrado, ele também tinha ligação com José Valdetário Benevides. O Cabo Queiroz ainda era suspeito de envolvimento na morte do tenente PM Gilberto, fato ocorrido no dia 10 de novembro de 1998, na zona rural de Tenente Ananias. O tenente Gilberto comandava uma barreira policial para evitar a passagem de assaltantes que haviam assaltados o Banco do Brasil de São João do Rio do Peixe-PB. O Cabo encontrava-se com o tenente, e estava sendo investigado que ele teria atirado na nunca do tenente. O tenente Gilberto foi atingido com um único tiro na nuca. Destacamos esse triste acontecimento devido ter ocorrido quase na área da 3ª CPM, apesar de ter sido exatamente no município de Potiretama.

Cabo Queiroz e o soldado Carlindo foram mortos e seus corpos carbonizados próximo ao município de Rodolfo Fernandes-RN, há poucos metros da divisa com o município de Potiretama-CE.


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09/01/2007 – o SOLDADO RAIMUNDO NONATO DA COSTA E SILVA, natural de Felipe Guerra, nascido a 10/4/1966, filho de Francisco Henrique da Costa e de Maria do Carmo da Silva Costa, foi assassinado na cidade de Mossoró, com vários tiros de arma de fogo. Nonato era casado com Maria Vilaneide de Oliveira Costa, natural de Felipe Guerra, nascida a 19/5/1972, com os seguintes filhos: Bruna Rafaella de Oliveira Costa (26/8/1989) e Raimundo Nonato da Silva Costa Júnior (5/8/1993). Nonato já disputou por duas vezes uma cadeira na Câmara Municipal de Apodi, sem êxito. Em 2000 conquistou 58 votos e em 2004 obteve 129 votos. É motorista e fazia a linha Apodi/Mossoró diariamente.
14/02/2007 – Por volta das 11 horas, Cabo PM Nº 89.207 - Luciano Anísio de Lima, natural de São José de Campestre-RN, nascido em 2 de novembro de 1968, filho de Antonio Félix de Lima, que estava de comandante da Guarda da Cadeia Pública “Promotor Manoel Alves Pessoa, na cidade de Caraúbas, foi atingido com um disparo de pistola desfechado pelo fugitivo José Railk da Costa, um dos oito fugitivos da Cadeia Pública de Caraúbas. O Cabo Luciano foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, onde não resistindo o grave ferimento veio a óbito por volta das 7 horas do dia seguinte.
Uma cerimônia especial foi preparada pelo Tenente Coronel Elias Cândido de Araújo, comandante do 2º BPM, sediado em Mossoró, para o sepultamento do Cabo Luciano. Policiais militares, familiares e amigos lotaram o Cemitério Novo Tempo, em Mossoró, local onde aconteceu o enterro do Cabo Luciano. Foi uma perda lastimável. O Cabo Luciano era um policial nobre e bom de serviço.

21/02/2007 – O agricultor Severino Pereira da Silva, com 51 anos de idade, que residia na Rua Pedro Camarão, 185, no bairro Leandro Bezerra, na cidade de Caraúbas. Ele foi alvejado com sete tiros enquanto descansava em uma rede na sala de sua casa

02/06/2008 – CABO RAIMUNDO GERALDO DE LIMA, natural de Pau dos Ferros, nascido a 6 de agosto de 1963, foi assassinado na cidade de Mossoró
Suicídio – O Soldado PM FRANCISCO ROCLANE, natural de Pau dos Ferros

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